segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Realidade..


Caí no cansaço do pouco espaço que ainda tenho.
Aos poucos eu me desfaço e não venho a ter tanta convicção.
que o meu coração hoje sem laço vive apenas da solidão criada do nada.
Sem tanta esperança com a experiência que a vida forjada me exigiu.
Vou sem ser amada sem exigência, o muito para mim é nada.
Por isso eu resisto as conquistas.
Tenho a sorte prevista, prefiro a morte do que um amor egoísta.
Já vivi tantos anos, já chorei desenganos.
Que hoje vivo apenas aquilo que me dá certeza.
Clamo pela beleza mútua sem desengano.
Em busca de um amor concreto se não for assim,prefiro a solidão sei o que quero pra mim quero amor e não paixão, quero a calmaria de uma mão que me acaricia todo dia até o fim de minha existência...

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