
Fecho a porta do meu ser
Vou viver no paraiso
Sou resgatada ao recondito de minha alma
Vivo a calma do sono induzido
Desfaço,refaço e me acho
Num canto perdida
Faltando pedaços
Junto tudo e me refaço
Aparo as arestas
De tão pouco que me resta
Quando retorno,recuperada
Quase totalizada
Volto a luta dessa vida bruta
Cheia de deveres a cumprir
Acho bom,assim resume o tempo
Dessa vida que só traz sofrimento
CEIÇA PROCOPIO